Neste último feriado, li O Alienista, de Machado de Assis — e o que era ficção no século XIX, infelizmente ainda ecoa nos consultórios de 2025.
Como mulher, empresária da área da saúde e defensora da saúde feminina, não posso deixar de questionar: quantas vezes os sintomas reais das mulheres ainda são desacreditados, rotulados como exagero, histeria ou “coisa da cabeça”?
No artigo abaixo, compartilho uma reflexão sobre como o controle do corpo e da mente femininos continua sendo pauta — da literatura à medicina diagnóstica. E por que precisamos, urgentemente, de escuta, ciência e liberdade nas decisões sobre nossos corpos.
Saúde da mulher, terapia hormonal, endometriose, TPDM, menopausa, autonomia feminina — esses temas são parte do nosso presente. E devem ser tratados com a seriedade que merecem.
A mudança começa com a consciência.



